Seminário Evangélico Interdenominacional especializado na Assessoria de Igrejas e Capacitação Ministerial de leigos.
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Fomos capacitados a Pregar - Mt.10:1,5,7 - Por Prof. Eraldo Gueiros
“E chamando os seus doze discípulos, deu-lhes
poder... e os enviou dizendo... pregai...”
Mt.10:1,5,7
Por Rev. Eraldo Gueiros
(Pós-graduado em Missões Urbanas pelo SPN e em Missões Transculturais pelo EMM. É professor das disciplinas de Evangelismo, Discipulado e Missões. É editor do Blog Missionário: projetoapocalipse.blogspot.com)
O período que antecede uma programação missionária é sempre muito agitado, carregado de muitas expectativas e planos, sobre uma agenda de muitos contatos, e amparada com muita intercessão. É o que estamos fazendo para a nossa próxima Viagem Missionária de 1º de Setembro, com a nossa Federação de SAF’s (da Igreja Presbiteriana do Brasil) para o município de Timbaúba-PE, local aonde temos uma igreja e uma congregação do nosso Presbitério.
(Pós-graduado em Missões Urbanas pelo SPN e em Missões Transculturais pelo EMM. É professor das disciplinas de Evangelismo, Discipulado e Missões. É editor do Blog Missionário: projetoapocalipse.blogspot.com)
O período que antecede uma programação missionária é sempre muito agitado, carregado de muitas expectativas e planos, sobre uma agenda de muitos contatos, e amparada com muita intercessão. É o que estamos fazendo para a nossa próxima Viagem Missionária de 1º de Setembro, com a nossa Federação de SAF’s (da Igreja Presbiteriana do Brasil) para o município de Timbaúba-PE, local aonde temos uma igreja e uma congregação do nosso Presbitério.
Ao desafiar
pessoas a participarem de uma programação como essa, sempre me deparo com a
insegurança delas. É quase um pensamento dominante as pessoas se acharem incapazes
de participarem de uma viagem assim. Sempre escuto justificativas das mais
variadas, mas para todas a resposta é sempre a mesma: Mateus 10:1,5,7 – Não fomos chamados para uma Missão
impossível, pois Deus não nos chamaria a fazer algo que não podemos fazer. Não
sabemos o que vamos encontrar, mas fomos capacitados para enfrentar aquilo que
vamos encontrar!
Creio que
os discípulos também estavam receosos quanto a sua primeira experiência de
pregação sozinhos (visto que até então eles acompanhavam a Jesus). Quando somos
colocados diante de desafios, desejamos que eles sejam menores que as nossas
forças, pois é desconfortável lidar com desafios maiores. Mas Jesus ensinou aos
seus discípulos a não temerem os desafios que viriam, mas a estarem na dependência
do Espírito Santo: “Mas quando vos
entregarem, não vos dê cuidado como ou o que haveis de falar, porque naquela
mesma hora vos será ministrado o que haveis de dizer” (Mt.10:19).
Sempre digo
aos meus alunos de seminário que essa é uma promessa e uma experiência que não
se pode reproduzir em sala de aula, somente na rua. Ou saímos na dependência do
Espírito e levamos a mensagem de Cristo, ou jamais experimentaremos o seu agir
em nossas vidas nos usando da forma que lhe apraz!
Se sairmos,
vamos descobrir uma capacidade vinda do alto que não é percebida aos olhos
humanos, nem aos nossos. Vamos encontrar pessoas que já estavam sendo
preparadas pelo Espírito Santo. E vamos regressar alegres por termos sido
usados pelo Senhor. Essa é uma experiência que jamais se esquece, mas que pode
ser ainda mais aprofundada com outras experiências.
Timbaúba é
um município da Zona da Mata de grandes desafios e contrastes culturais, mas é
lá que o Senhor tem levantado uma “raça eleita”. Você aluno do Cet Recife, dedique seu 1º de setembro
para viver essa experiência com Deus! Mas caso não possa ir, seja um pregador
incansável no seu trabalho, com seus parentes, na sua escola, com os seus
vizinhos. A promessa do Senhor não falha, coloque-se a sua disposição!
Uma
boa semana de evangelização!
quarta-feira, 6 de junho de 2012
A Importância do Estudo da Teologia - Prof. Fábio Correia
A
IMPORTÂNCIA DO ESTUDO DA TEOLOGIA NA PRODUÇÃO DE UMA RELIGIOSIDADE SADIA
Mateus 28:19-20: “19.Ide, portanto, fazei
discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do
Espírito Santo; 20.ensinando-os a
guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos
os dias até à consumação do século”.
Algumas pessoas costumam dizer que não gostam de
teologia. “Meu negócio é vida prática”, afirmam. No texto acima, um dos mais
conhecidos, sempre que é citado, pontua-se a questão do “Ide” (v.19), da “evangelização”. Mas, não podemos
esquecer que o mesmo imperativo para “evangelizar”
é aplicado, com a mesma intensidade, para a necessidade do “ensino na palavra
de Deus” (v.20). Em Mateus 22:29, Jesus levanta mais uma vez a
questão da importância do aprofundamento no estudo das escrituras. Diz ele: “Errais, não
conhecendo as Escrituras”. Em João 5:39,
sobre esse assunto, mais uma vez Jesus incentiva o aprofundamento nas
escrituras, diz ele: “Examinai as escrituras”.
Portanto, caros irmãos, não devemos fazer essa
equivocada distinção dicotômica entre Teologia e Vida prática. Afinal, como alguém já disse, somos
aquilo que acreditamos, aquilo que aprendemos, aquilo que lemos. Erra
gravemente quem pensa que o estudo da teologia produz uma vida apática e
desassociada de atitudes práticas. Os maiores missionários do passado eram,
também, profundos conhecedores da Teologia, especialmente Reformada. O
sociólogo Max Weber, autor do livro que foi considerado o livro mais importante
do século XX: “Ética protestante e o Espírito do Capitalismo”, por exemplo,
após um denso estudo sobre variadas culturas, chegou à conclusão que os países
cuja população era predominantemente Calvinista, possuíam melhor qualidade de
vida, com maior desenvolvimento espiritual, ético e moral. Ele atribui isso ao
conhecimento profundo da doutrina Reformada. Veja o que ele afirma:
O Deus de Calvino exigia de seus crentes não boas
ações isoladas, mas uma vida de boas ações combinadas em um sistema unificado.
Mas no curso de seu desenvolvimento, o calvinismo acrescentou algo de positivo
a isso tudo, ou seja, a idéia de comprovar a fé do indivíduo pelas atitudes
seculares. [...] consideramos apenas o calvinismo e adotamos a doutrina da
predestinação como arcabouço dogmático da moralidade puritana, no sentido de
racionalização metódica da conduta ética.(WEBER, 2004. p.91,94,96).
Precisamos entender que sempre fazemos uma opção teológica.
Queiramos ou não. Ainda que afirmemos não gostar de teologia.
OU SOMOS CALVINISTAS OU SOMOS ARMINIANOS. Não temos
como fugir disso. Essa escolha reflete diretamente na nossa prática cúltica e
litúrgica. Quando dizemos: “não quero saber de estudar teologia”; sem saber,
nossas atitudes e forma de adoração, acabam por revelar, automaticamente, a
posição teológica que estamos seguindo.
Um bom exemplo disso é o sistema de APELO, trazido por
Charles Finey, no século XIX. Muita gente diz que não gosta de teologia, mas,
sempre, depois de sua pregação, faz o famoso “apelo” para que as pessoas
aceitem a Cristo. Isso, caros irmãos, é teologia pura. Se está certa ou não, é outro
assunto. Isso é uma prática complemente lastreada por uma posição teológica. Ou
somos Calvinistas ou somos Arminianos, repetimos. Não temos como fugir disso. Queiramos ou não,
assumimos uma posição teológica. Sem contar nos muitos absurdos e
nas muitas aberrações, que temos visto no meio evangélico, pela pura falta de
estudo da Palavra de Deus, da Teologia.
Não seria mais prudente, então, seguir a orientação de
Jesus e estudar profundamente sua palavra? Isso é teologia. Fazendo isso,
podemos escolher, sem nenhuma imposição, a postura teológica que mais
simpatizamos, que mais, em nossa opinião, se aproxima da verdade das Escrituras
Sagradas. Porém, essa escolha “consciente” só poderá ser feita mediante um
conhecimento aprofundado da Palavra de Deus, que só pode ser adquirido com o
estudo da Teologia.
sábado, 12 de maio de 2012
Mensagem do Rev. Eraldo Gueiros sobre Experiência Missionária
Precisamos de Experiência!
Por Rev. Eraldo Gueiros
(Professor das disciplinas de Missões, Evangelismo e Discipulado do Cet Recife; é pastor titular da Igreja Presbiteriana do Jordão Alto - Recife/PE)
Sempre que voltamos de uma Viagem Missionária ouvimos muitos testemunhos dos participantes, tanto de quem foi a primeira vez quanto de evangelistas acostumados a esse tipo de trabalho. Quero destacar dois testemunhos interessantes. Alguém me disse: “Pastor Eraldo, essa viagem foi um divisor de águas na minha vida, pois eu nunca imaginei que seria capaz de fazer o que eu fiz hoje!”. Minha reação de pronto foi: Glória a Deus por isso!
Em seguida, até parecendo que foi combinado, outra pessoa
compartilhou: “Pastor, fazia tempo que eu
não viajava, eu estava precisando renovar minha paixão pelo evangelismo!”.
Eu fiquei muito feliz com aquele retorno que eu estava recebendo, mas foi no
dia seguinte que essas frases voltaram a minha mente e me levaram a essa
reflexão: Precisamos de Experiência!
O dicionário define experiência assim: Ensaio; prova; tentativa; Submeter-se a; Verificar pelo uso; por em
prática.
Estou convencido que o motivo pelo qual um grande número de
líderes e crentes não se envolverem mais intensamente com a obra missionária é por
falta de experiência! A maior parte de nossos medos e inseguranças é por falta
de tentar, de ensaiar, de submeter-se; e de por em pratica! Somos como crianças
que querem andar de bicicleta, mais que não tentam por medo de cair; e o fato
concreto é que enquanto não arriscarmos e cairmos algumas vezes, o medo e a
insegurança não vai desaparecer!
Lembro bem da pessoa que deu o primeiro testemunho, deu
trabalho para convencê-la a viagem, ela justificativa: Não sei fazer; nunca fiz; posso atrapalhar; não sei o que dizer; não me
sinto preparado; já tem gente suficiente indo; meu dom é outro; deixa pra
próxima; pode acreditar, cada vez que eu insistia recebia um desculpa
diferente! Me alegrei muito ao vê-la chegar a conclusão de que vivenciar aquela
experiência foi um divisor de águas na sua vida!
Quando olho as Escrituras não a vejo desprezando o preparo
antecipado do obreiro, com certeza não! Mas também a vejo dizendo àquele
obreiro que haverá situações que irão além de seu preparo, e quando essas
coisas acontecerem: “...não vos dê
cuidado como ou o que haveis de falar, porque naquela mesma hora, vos será ministrado
o que haveis de dizer. Porque não sois vós quem falará, mas o Espírito de vosso
Pai é que fala em vós” (Mt.10:19-20). Vejo as Escrituras também afirmarem
que nunca estaremos sozinhos na experiência missionária, pois foi Jesus quem
prometeu: “...eu estarei convosco todos
os dias, até a consumação dos séculos. Amém!” (Mt.28:20).
Não limite seus dons e a ação de Deus na sua vida,
simplesmente dizendo que não sabe fazer, ou que acha que não vai se adaptar ou
coisa do tipo. Eu desafio você a experimentar uma Viagem missionária, a dedicar
um tempo para ir aonde os mais necessitados estão; para passar um tempo com
aqueles que estão lá 24h por dia. Essa experiência vai mudar a sua vida, sua
compreensão e sua vidão!
Não deixe que a falta de tempo seja uma desculpa, pois
homens e mulheres responsáveis nunca estão com tempo sobrando. Saia do
gabinete, dê uma folga para os fazeres domésticos, sacrifique alguma coisa pois
o retorno será garantido. Você vai gostar! E Deus vai usar a sua vida e o seu
ministério de forma singular e maravilhosa.
Que Deus te dê uma excelente experiência missionária!
(Rev. Eraldo é fundador e coordenador do Projeto Apocalipse 1:11 que promove eventos e viagens missionárias. Possui especialização em Missões Urbanas e Transculturais. É Presidente do Presbitério Centro do Recife da IPB.)
quarta-feira, 9 de maio de 2012
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