segunda-feira, 15 de julho de 2013

Congresso para Pastores e Seminaristas em Florianópolis!

O CETRE tem o prazer de recomendar essa programação promovida pela Aliança Evangélica e a SEPAL.
Encontro para Pastores e Seminaristas em Florianópolis.
Tema: Os Líderes que a Igreja Precisa!

terça-feira, 25 de junho de 2013

Um Levantamento das Estatísticas Missionárias por Rev. Eraldo Gueiros

Num trabalho de pesquisa consultando várias Agências Missionárias no Brasil e no exterior, o Prof. Eraldo Gueiros fez um levantamento preciso e minucioso sobre os desafios que a Igreja Evangélica tem pela frente, para que possamos levar Cristo ao Mundo Todo!
Vejamos os dados que tem servido de orientação para centenas de igrejas no Brasil e que tem levado o Prof. Eraldo a pregar em diversas Conferências Missionárias como representante do Centro Teológico do Recife.





quarta-feira, 29 de maio de 2013

Abordagem do Pr. Eraldo Gueiros no texto de 1Co.9:16b

Foto do Rev. Eraldo e o Sr. Manuel em Lagoa do Carro-PE durante viagem missionária.

“ ...ai de mim se não anunciar o evangelho!”        1Co. 9:16b

Por Rev. Eraldo Gueiros

Fico às vezes pensando nas inúmeras coisas que fazemos, sem saber que conseqüências elas trarão sobre nós. Pessoas que costumam comprar óculos escuros no comércio popular podem não perceber de imediato algum prejuízo, na verdade, percebem apenas a vantagem no bolso, essa é imediata. Mas no futuro não saberão responder talvez, o porquê do surgimento de tantos problemas na visão.
Com os alimentos é a mesma coisa. Quantas coisas deliciosas, gordurosas, doces, calóricas, que de imediato só produzem prazer quando ingeridas, mas que lá na frente, produzirão fragilidades à saúde, às vezes, irreversíveis. Poderíamos fazer uma lista sem fim de coisas que fazemos hoje, sem ter idéia do que nos custará amanhã. Algumas até sabemos, mas fingimos que não.
Creio que em alguns aspectos da vida espiritual ocorre o mesmo princípio. Alguns inclusive estão bem evidentes na Palavra de Deus, como por exemplo: 1Pe.3:7b, quando o apóstolo fala sobre relacionamento conjugal sem entendimento, que bloqueia as orações; ou ainda Mc.14:38, o princípio da vigilância e oração ensinado por Jesus para vencer as fraquezas da carne; e tantos outros. Nesses casos citados, está evidente o resultado de quem agir contrário ao princípio bíblico.
A vantagem de ser pastor de uma mesma igreja por muitos anos, é que isso nos dá uma certa sensibilidade para analisar os casos que nos chegam nos gabinetes. Pessoas que questionam o porquê de certas adversidades que enfrentam, visto, estarem em boa comunhão com Deus, envolvidas na obra, e tantas outras argumentações.
Boa parte delas se esquecem das decisões tomadas lá traz. Das escolhas que fizeram, mesmo muitas vezes, tendo sido advertidas em gabinetes. Elas simplesmente esquecem que aquilo que lhes deram prazer no passado, hoje lhes cobram amargos prejuízos. As adversidades não são somente conseqüências do presente, mas do passado também. Elas não lembram, mas às vezes o pastor lembra!      
Isso sempre está na minha mente quando leio essa passagem do apóstolo Paulo. “Ai de mim”, o que estaria na mente de Paulo? Que prejuízos Paulo queria evidenciar para a igreja de Corinto, caso eles não se apercebessem de sua omissão com a pregação?
A negligência na pregação do evangelho nos trará muitas infelicidades, pode ter certeza. Porque aquilo que está na prioridade da agenda de Deus, não pode ser tratado como uma atividade qualquer. Não há desculpas para se justificar a falta de tempo ou oportunidade para o evangelismo. Fiquei frustrado ao ouvir num congresso de pastores da minha denominação, que uma pesquisa realizada entre os nossos seminaristas, destacava que 89% diziam não possuir o dom do evangelismo, mais o de ensino.
Não importa saber exatamente no que Paulo pensava, somente que haverá conseqüências que podem ser evitadas, se assumirmos o desafio diário de anunciar o evangelho do Senhor Jesus.

(Rev. Eraldo é pastor presbiteriano, formado em Bacharel em Teologia com Licenciatura; tem pós graduação em Missões Urbanas e Missões Transculturais. É professor das disciplinas de Missões, Evangelismo e Discipulado no Cet Recife).

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Uma Abordagem Expositiva sobre Adoração - Rev. Ronaldo Lidório



Louvar a Deus é uma Atitude de Coração 

Por Rev. Ronaldo Lidório


É comum observar que alguns que muito tem, com abundância e mais do que precisam, por vezes permanecem em contínuo murmúrio pelo que julgam ainda lhes faltar. Nada lhes é suficiente. Outros, mesmo tendo pouquíssimo, o pouco que tem lhes basta para encher o coração de louvor e agradecimento a Deus.

Isto nos leva a uma percepção bíblica de que o louvor não é definido pelas circunstâncias da vida, mas pela atitude do coração.

O Salmo 34 é um convite ao louvor e à maturidade espiritual. Nele o salmista manifesta o seu compromisso de louvar ao Senhor em “todo o tempo”(v.1).

Louvar ao Senhor ao ganhar o que se desejou, ao ter o pedido atendido ou ao ser surpreendido por uma ótima notícia não exige nada especial do nosso coração. A proposta bíblica, porém, é bem mais ampla: é louvar a Deus em “todo o tempo”, no dia bom e também no dia mau, em plena saúde e nos dias de enfermidade, quando aplaudido ou quando criticado, ao receber uma resposta positiva do Senhor ou quando Ele nos fecha um caminho que desejávamos seguir.

Louvar a Deus em “todo o tempo” implica em reconhecer que todos os planos do Senhor são planos de amor. Que, de fato, todas as coisas cooperam, de alguma forma que pouco compreendemos, para o bem dos que sinceramente amam a Deus, e isto nos basta. Louvar a Deus em “todo o tempo” implica também em reconhecer que as circunstâncias da vida, mesmo as mais difíceis, possuem algum motivo de louvor.

Neste salmo não encontramos um cenário de perfeição que nos leva ao louvor, mas um louvor que é proferido na realidade da vida que possui seus desafios realistas e constantes. Os versos 4, 5 e 6 nos falam sobre temores, angústicas e prisões. O verso 8 nos leva, entretanto, ao reconhecimento de que além das cores que pintam o presente cenário da nossa vida, Ele é bom. Somos conduzidos não apenas a compreender a Sua bondade, mas a experimentá-la: “provai e vede que o Senhor é bom”! Deus não é apresentado como aquele que realiza atos de bondade, mas como aquele que é bom em sua essência. É da natureza de Deus ser bom.

Alguns passam por angústias e tornam-se murmuradores. Outros passam por angústias e reconhecem a bondade do Senhor. A diferença está na atitude do coração.

O louvor a Deus combate também a ansiedade da alma.Depressões, ansiedades, fobias e temores são as enfermidades do nosso século. Jamais tantos medicamentos foram produzidos e consumidos para estes problemas emocionais como hoje. Neste salmo vemos que, ao lidar com o louvor, pacificamos também nossos corações. No verso 1 ele nos fala sobre a alegria, no 2 sobre a libertação de nossos temores e no 5 da libertação das nossas angústias. Louvar a Deus alegra o coração do Pai e também pacifica a nossa alma, uma vez que reconheço que minha vida está nas mãos daquele que, em todas as coisas, é bom.


Em 1873 um navio francês, o Ville de Havre, seguia da costa leste americana para a Europa. Entre os passageiros encontravam-se a senhora Spafford e seus quatro filhos, esposa de um cristão piedoso, jovem advogado de Chicago. Nesta viagem o navio sofre um acidente e vem a naufragar, morrendo quase todos os tripulantes. Dias de desespero se seguem com a ausência de notícias para as famílias dos desaparecidos em alto mar. Finalmente o senhor Spafford recebe um telegrama comunicando que sua esposa foi encontrada ainda com vida, mas estava só. A mensagem sobre a perda de seus quatro filhos lhe aflige a alma. Ele chora e lamenta. Depois senta-se e escreve a letra de um hino que se tornaria conhecido em todo o mundo: “It is well with my soul” (Está bem a minha alma), conhecido como “Sou feliz com Jesus”.

Nele ele diz:

Se paz a mais doce me deres gozar

se dor a mais forte sofrer

Oh, seja o que for, Tu me fazes saber

Que feliz com Jesus sempre sou

O louvor a Deus não é definido pelos marcadores da nossa história,mas sim pela bondade do Senhor que vai além das linhas do horizonte do entendimento da vida. Louvar a Deus é reconhecer que a Sua bondade será sempre maior do que qualquer tragédia que possa se abater sobre nossa existência. É cantar a Sua bondade nos dias de luz e alegria, e não deixar de fazê-lo nos dias de neblina forte e cores cinzas. Sua bondade é maior que a vida.

Um dia, em luz plena e eterna, cantaremos a Sua bondade, em “todo o tempo”. Não precisaremos de fatos da vida para fazê-lo. A Sua presença nos bastará.
(Fonte: http://www.ipb.org.br/portal/artigos-e-estudos/551-ronaldo-lidorio-missionario-da-apmt-fala-sobre-gratidao)

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Depoimentos de Pastores que estudaram no CETRE!














 "Já tivemos muitos obreiros de nossa igreja estudando no CETRE. Eu faço minhas, as palavras do Ministério Apascentar: O CETRE é sete vezes mais restituição na Educação Teológica".
Pr. Daniel Ramalho (ex-aluno do CETRE)
Pastor da Comunidade Cristã Apostólica Batista Independente (CCABI)
Capelão da Polícia Civil de Pernambuco